Reformar para conquistar um futuro melhor

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A sociedade brasileira passa por um período de mudanças. É urgente a necessidade de modernização na Previdência Social, que precisa ser sustentável para garantir o pagamento das aposentadorias dos mais idosos, adotando maior equiparação entre os contribuintes dos setores público e privado, que hoje seguem bases muito diferentes. A mudança é vital para a manutenção de uma série de benefícios para milhões de brasileiros.

Sabemos que no modelo atual, em 10 anos a Previdência responderá por 80% de todas as despesas do governo. O saldo, 20% da receita arrecadada, está longe de suprir as demais demandas estruturais e sociais da Nação. Hoje, quem trabalha e paga impostos para a manutenção da Previdência contribui para os repasses de quem já está aposentado ou é pensionista, e não para sua a própria aposentadoria.

Temos pela frente um cenário que mostra a população envelhecendo, vivendo mais tempo e tendo menos filhos. Assim, será necessário arrecadar cada vez mais dos trabalhadores ativos e das empresas para pagar aposentados e pensionistas. Caso contrário, a conta não vai fechar. Mudanças sociais e de comportamento implicam mudanças em diferentes frentes. A reforma da Previdência Social é uma delas.

É dramática e emergencial a reforma para proteger a sociedade. Além de melhor equilibrar essa questão, as alterações propostas vão auxiliar a recuperação da economia ainda em 2017. O Brasil precisa retomar o crescimento, avançar na geração de empregos e aumentar a competitividade. Sem o restabelecimento da capacidade produtiva e da geração e capacitação de investimentos, não temos como pensar em futuro melhor ou mais justo socialmente.

Temos uma escolha a ser feita: devemos tomar uma decisão agora para manter a Previdência funcionando ou esperamos, de forma demagógica, passivos por um colapso que irá nos prejudicar? O amanhã não está tão distante quanto imaginamos e cabe somente a nós, cidadãos brasileiros, construirmos uma realidade mais responsável e justa para todos.



Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias
Aabic – Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo
Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança
Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers
ACSP – Associação Comercial de São Paulo
ADITBrasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil
ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil
Aelo – Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano
Alshop – Associação Brasileira de Lojistas de Shopping
Apeop – Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas
AsBea – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura
Brasinfra – Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações de Classe de Infraestrutura
CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção
Cofeci-Creci – Conselho Federal dos Corretores de Imóveis
Deconcic-Fiesp – Departamento da Indústria da Construção da Fiesp
Facesp – Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo
Fecomercio – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo
Fiabci-Brasil – Federação Internacional das Profissões Imobiliárias
IE – Instituto de Engenharia
Sciesp – Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo
Secovi-SP – Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo
Sinaenco – Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva
SindusCon-SP – Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo
Sinicesp – Sindicato da Indústria de Construção Pesada do Estado de São Paulo
Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração

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