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Investimento cresceu em dezembro, aponta Ipea

São Paulo, 09/02/2017 – Os investimentos na economia esboçam uma reação na reta final de 2016, segundo dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) teve crescimento de 3,9% em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal, segundo matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo.

Este desempenho é consequência do avanço de 8,8% no consumo aparente de máquinas e equipamentos, soma da produção industrial doméstica e das importações, menos as exportações. No entanto, a construção civil teve redução de 0,6% no período.

O Indicador Ipea de FBCF tem mostrado uma trajetória irregular dos investimentos, sinalizando que a recuperação da economia será gradual, ponderou o técnico de planejamento e pesquisa Leonardo Carvalho, do Grupo de Conjuntura do Ipea.

Segundo  a matéria, o resultado positivo de dezembro interrompeu uma sequência de cinco recuos consecutivos, mas não evitou que os investimentos encerrassem o quarto trimestre com queda de 3,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Para ler a matéria completa, clique no link abaixo:

Matéria – Estadão

 

Proposta de seguro cambial em concessões agrada setor

A proposta do governo de criação de mecanismo para proteger investimentos de volatilidade cambial nas concessões de infraestrutura foi avaliada positivamente pelo setor. O tema será colocado em consulta pública, mas deverá figurar nos contratos de concessões dos aeroportos federais (Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre) que têm leilão agendado para 16 de março, segundo matéria publicada no jornal O Valor Econômico.

Para Venilton Tadini, presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), a proteção cambial permite reduzir custos de financiamento num contexto de menor participação do BNDES como fornecedor de crédito.

Segundo o Valor, a proteção cambial proposta pelo Programa de Parcerias de Investimento (PPI) foi baseada na modelagem contratual do governo do Estado de São Paulo para essas concessões rodoviárias divulgado no fim do ano passado. Rafael Benini, da Artesp, agência reguladora das rodovias paulistas, destaca os três pilares do mecanismo de proteção cambial: segurança jurídica, segurança financeira e sustentabilidade.

Para ler a matéria completa, clique no link abaixo:

Matéria – Valor Econômico

David Abreu – david.abreu@goassociados.com.br

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